segunda-feira, 5 de março de 2012

160 bilhões de mundos alienígenas na Via Láctea, demonstra estudo científico

06.02.12 | Atualizado 06.02.12 - 17h17 | Por Revista Galileu

160 bilhões de mundos alienígenas na Via Láctea, demonstra estudo científico

Mais planetas do que estrelas?

Categoria: ASTROFÍSICA | ASTRONOMIA | EXOBIOLOGIA | PESQUISA
Uma pesquisa feita por astrônomos do Instituto de Astrofísica de Paris mostra que, em média, cada estrela da Via Láctea é orbitada por 1,6 planetas. Em outras palavras, existem cerca de 160 bilhões de exoplanetas (que ficam fora do Sistema Solar) em nossa galáxia. Este número é uma estimativa gerada por computador já que, oficialmente, conhecemos apenas cerca de 700 planetas alienígenas. Outro dado mostrado pela pesquisa é que a maioria desses astros ainda desconhecidos deve ter uma estrutura pequena e rochosa – muito parecida com a da Terra, com chances de abrigar vida.

Segundo um dos autores da pesquisa, Arnaud Cassan, estrelas cercadas por um ou mais orbes são a regra e não a exceção. "Ou seja, quando olhar para as estrelas, imagine milhões e milhões de mundos escondidos entre elas", concluiu Cassan.

Mas, falando em exceções, enquanto há vários planetas orbitando a mesma estrela, recentemente foram descobertos alguns que orbitam dois sóis ao mesmo tempo. O primeiro, Kepler-16b, foi logo chamado de Tatooine em referência ao planeta desértico onde Anakin Skywalker nasceu, que é iluminado por duas estrelas (da saga Star Wars). Desde então mais dois sistemas circumbinários, como acabaram batizados esses conjuntos, foram encontrados. 
crédito: JPL Caltech/R.Hurt/SSC/NASA
Sistema Kepler 16
Ilustração do sistema Kepler-16, mostrando a estrela binária sendo orbitada por Kepler-16b


Técnica inovadora auxilia a desvendar vida extraterrestre ao olhar para a Lua

01.03.12 | Atualizado 01.03.12 - 12h45 | Por EFE/G1

Técnica inovadora auxilia a desvendar vida extraterrestre ao olhar para a Lua

Método permite ver a Terra como se fosse planeta fora do Sistema Solar

Categoria: ASTROFÍSICA | ASTRONOMIA | EXOBIOLOGIA | TECNOLOGIA E CIÊNCIA
crédito: ESO/L. Calçada
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A luz refletida é também fortemente polarizada, e estudar a polarização, bem como a intensidade em cores diferentes, permite testes muito mais sensíveis para a presença de vida alienígena em outros mundos
SAIBA MAIS
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Uma equipe internacional de astrônomos desenvolveu uma nova técnica para determinar indícios de vida em outros planetas por meio da qual analisa a luz terrestre refletida na Lua, o que poderia superar dificuldades de métodos convencionais. Os resultados do teste foram publicados na revista científica Nature. O método estudou a Terra como se ela estivesse fora do Sistema Solar. A observação foi feita por meio do reflexo que o planeta projeta sobre seu satélite natural.

A equipe observou o fenômeno com o telescópio de longo alcance Very Large Telescope (VLT), situado no deserto do Atacama, Chile. O sol brilha sobre a Terra e sua luz se reflete por sua vez sobre a superfície lunar. "Isso faz o satélite atuar como se fosse um grande espelho, que devolve a luz de volta para a Terra", segundo explicou Michael Sterzik, pesquisador do Observatório Europeu Austral (ESO) e principal autor do estudo.

Os investigadores procuraram indicadores, como por exemplo certas combinações de gases na atmosfera terrestre, que são considerados indícios de vida orgânica, como a presença simultânea de metano, vapor de água e oxigênio. Ao contrário de pesquisas anteriores, a nova técnica explora a polarização. Quando a luz se polariza seus campos magnético e elétrico têm uma orientação determinada (as ondas vibram numa direção concreta).

"Precisamente, o que os investigadores mediram neste trabalho é como luz se polariza dependendo da superfície sobre a qual se reflete", explicou Enric Pallés, do Instituto de Astrofísica das Canárias (IAC), que também faz parte do estudo. O gelo, as nuvens, a terra ou os oceanos podem fazer a superfície se polarizar em graus e cores determinadas. O grupo analisou a luz que refletia a Terra sobre a Lua como se fosse a primeira vez que vissem o planeta e essa luz indicou que a atmosfera terrestre é parcialmente nublada, que parte de sua superfície está coberta por oceanos e outro "dado crucial": existe vegetação.

Os cientistas puderam inclusive detectar mudanças que se produzem na cobertura das nuvens da Terra e na quantidade de vegetação em diferentes partes do planeta (tudo isso com o reflexo sobre a Lua). Esta nova forma de buscar vida extraterrestre busca superar métodos convencionais: a luz de um planeta distante é muito difícil de se analisar porque é eclipsada pelo brilho da estrela que o ilumina. 
crédito: ESO/B. Tafreshi/TWAN
Lua na região do VLT, no Chile, refletindo parte da luz que a Terra recebe do Sol. Para acessar a imagem em maior resolução, clique aqui.
Lua na região do VLT, no Chile, refletindo parte da luz que a Terra recebe do Sol. Para acessar a imagem em maior resolução, clique aqui.
 Para Stefano Bagnulo, pesquisador do Observatório de Armagh, no Reino Unido, a tentativa "é comparável a observar um grão de pó junto a uma lâmpada potente". No entanto, o reflexo do planeta sobre seu satélite está orientado numa direção, o que permite sua análise de forma simples mediante técnicas que separam a luz polarizada da não polarizada.

Na sede do Observatório Austral Europeu em Garching, na Alemanha, analistas disseram que a descoberta pode contribuir para futuros descobrimentos em outros lugares do universo. "Se existe vida fora do Sistema Solar, encontrá-la depende exclusivamente da existência de técnicas adequadas", disse Pallés. Ele afirma que daqui a 10 ou 12 anos o metódo poderia ser utilizado em telescópios.

A equipe do IAC admitiu que este novo método "não revelará dados sobre homenzinhos verdes ou vida inteligente, mas sua aplicação nas novas gerações de telescópios mais potentes poderia facilmente brindar a humanidade com a notícia de que há vida além de seu mundo"

Sozinhos no universo? Pesquisadores afirmam que não

Diariamente, dezenas de vídeos sobre UFOs são postados dos mais variados pontos do mundo. Porém, são poucos os que têm alguma credibilidade ou validade científica

Categoria: CASUÍSTICA | FILMES E FOTOS | SEGREDOS GOVERNAMENTAIS | SEGREDOS UFOLÓGICOS Você, provavelmente, já observou ou deve conhecer alguém que visualizou algum objeto estranho no céu e se perguntou: será uma nave alienígena? Casos misteriosos e mal explicados de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) surgem quase todos os dias. Os últimos anos, em especial, têm registrado um aumento na quantidade de ocorrências em todo o mundo, devido ao avanço da Internet e a difusão de câmeras em celulares. O crescimento no número de casos fez surgir várias correntes virtuais que relacionam o fato com a mística profecia maia do fim do mundo. Muitos alegam que os povos maias receberam visitas de extraterrestres que previram algo extraordinário para o dia 21 de dezembro de 2012, data considerada "o dia do apocalipse".

Mas, deixando a mística de lado, vamos relembrar três casos famosos de queda de UFOs e ouvir a opinião de especialistas para saber se é possível, ou não, que os humanos tenham feito contatos e utilizado a tecnologia alienígena a seu favor.

O caso mais conhecido do mundo, com certeza, ocorreu em julho de 1947, em Roswell, no estado do Novo México, nos Estados Unidos. Naquela ocasião, um fazendeiro afirmou ter encontrado restos de um disco voador acidentado. Os destroços teriam sido recolhidos pelo exército norte-americano. A história, porém, foi desmentida pelas autoridades, assim como imagens de um vídeo que mostrava uma suposta autópsia em um alienígena, divulgadas em 1995.

Relatos de quedas de aeronaves alienígenas também aconteceram no Brasil. A principal delas ocorreu em 20 de janeiro de 1996, na cidade de Varginha, no Estado de Minas Gerais. Autoridades brasileiras teriam capturado uma aeronave de tecnologia alienígena. Uma criatura extraterrestre também teria sido avistada por três mulheres na cidade. O extraterrestre teria a pele marrom, olhos vermelhos e três chifres na cabeça. Os fatos, no entanto, não tiveram prova física e também foram negados pelo governo.

Outro caso que ganhou bastante repercussão ocorreu em 1969, na antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), hoje Rússia. Um objeto redondo e com sinais incompreensíveis em sua lataria teria sofrido uma queda na região de Sverdlovsk. O resgate teria sido filmado por membros da KGB (exército secreto soviético). As imagens teriam sido obtidas no mercado negro e divulgadas pela imprensa. O episódio, no entanto, foi classificado de "insustentável" e desmentido pelas autoridades. 
crédito: RoswellDailyRecord
O Roswell Daily de 08 de julho de 1947, confirmando a queda de UFO na cidade. Logo após, tudo seria veementemente negado
O Roswell Daily de 08 de julho de 1947, confirmando a queda de UFO na cidade. Logo após, tudo seria veementemente negado
 Mas seria mesmo possível que um fato tão extraordinário quanto a queda de um disco voador pudesse ser desmentido, ou simplesmente descartado por falta de provas?

O ufólogo e editor da Revista UFO, Ademar José Gevaerd, afirma não ter dúvidas de que discos voadores já foram capturados por governos. "Retiraria apenas Sverdlovsk da lista, por falta de dados mais concretos. Há dezenas de casos em todo o mundo, muitos dos quais bem investigados e documentados, que nos permitem afirmar a queda de artefatos de produção extraterrestre em nosso planeta, nos mais variados países. Inclusive, os Estados Unidos têm se beneficiado da tecnologia extraída dos restos desses aparelhos. O Brasil foi contemplado com vários casos de quedas, sendo o de Varginha o mais notório deles, obviamente. Apesar de uma infundada campanha midiática contrária, o fato comprovado é que um objeto voador não identificado de origem não terrestre caiu naquela cidade mineira, e o que sobrou dele foi coletado pelos militares, assim como seus tripulantes – pelo menos dois – foram capturados já quase sem vida".

Existe vida fora da Terra? Uma pergunta filosófica

Se os alienígenas já são capazes de vir até para a Terra, por que os humanos ainda sequer conseguiram comprovar a existência de vida fora do nosso planeta? Com certeza é uma pergunta que muitos fazem. O primeiro astronauta brasileiro a viajar pelo espaço, Marcos César Pontes [que também é consultor da referida publicação], afirmou acreditar em vida alienígena. "Bem, no campo de pesquisa que temos atuado até o momento, que se trata do nosso Sistema Solar, ainda não encontramos nada. Agora, é certo que a ciência ainda conhece muito pouco do espaço. O fato de não termos encontrado nada até agora, seja vida bacteriana ou inteligente, não significa que não possa existir vida em outros locais. Existem muitos planetas e sistemas no universo que ainda não conhecemos. Particularmente, acredito que a probabilidade é bem grande".

Pontes ressaltou um ponto interessante, que é a questão da busca por vida. Apesar de as análises pelo Sistema Solar não terem dado resultado até o momento, a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) e a Agência Espacial Europeia (ESA) têm focado a atenção em Marte. No ano passado, ficou comprovada a existência de água no planeta vermelho. Existem em andamento projetos para que o homem possa viajar até Marte, justamente nos locais onde se localiza a água, para que a busca por vida seja feita. Contudo, os projetos enfrentam alguns problemas por causa da dificuldade econômica que o mundo tem enfrentado. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez corte atrás de corte no programa espacial americano, o que torna praticamente impossível estabelecer um prazo para que essa viagem se concretize. 
crédito: Universidade do Arizona/NASA
E existência de água em forma líquida já foi confirmada, assinalando uma nova e definitiva etapa na busca por vida extraterrestre
E existência de água em forma líquida já foi confirmada, assinalando uma nova e definitiva etapa na busca por vida extraterrestre
 Enquanto não surgem provas concretas da existência de vida alienígena ou até mesmo de discos voadores em nosso planeta, a mística dos assuntos extraterrestres deve continuar a fomentar a mente das pessoas. E um canal bastante utilizado para isso é o YouTube, de compartilhamento de vídeos. Diariamente, dezenas de vídeos sobre o assunto são postados dos mais variados pontos do mundo. Porém, são poucos os que têm alguma credibilidade ou validade científica. Muitos se tratam de simples "fenômenos meteorológicos", montagens ou confusão com balões e aviões.

Gevaerd comenta o crescente número de vídeos e as facilidades das novas tecnologias. "Creio ser uma soma de fatores, entre os quais, predominantemente, a popularização da Internet e das câmeras digitais, filmadoras ou câmeras, e aqui incluo os celulares. Os casos podem também estar aumentando em número, mas não temos como aferir, porque não há bancos de dados consistentes e globais que nos permitam garantir isso. Também creio que ao longo dos anos o YouTube se transformou, infelizmente, no repositório de todo o tipo de filmagens trucadas de UFOs, ou seja, produzidas com recursos de computação gráfica. Mais triste ainda é ver que a maioria dos usuários do serviço não tem o menor conhecimento técnico para discernir os vídeos verdadeiros [sim, também há muitos deles no site] dos falsos, e tem uma estranha compulsão para encaminhar imagens de qualquer natureza aos seus contatos, aumentando assim a disseminação de falsos vídeos".

Mas, se um dia o "até agora não comprovado" se tornar real, ou seja, um UFO cair na Terra numa região populosa, de modo que as autoridades não tivessem como esconder. Qual seria a reação da população? Gevaerd comenta. "É difícil prever, e isso variaria muito conforme a densidade demográfica da região povoada e de onde ela se localizasse [em que país, mais ou menos adiantado], mas creio que em maior ou menor grau, se um caso desses ocorresse em uma região qualquer do Brasil, e isso fosse observado pela população, às claras, haveria sim certo agito e preocupação, que poderia levar a uma atitude extremada. Mas isso ocorreria em qualquer caso, como com a queda de um avião na mesma localidade, por exemplo."
 
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Varginha

O jornalista Goulart de Andrade em uma extensa e profunda reportagem sobre o Caso Varginha, exibida em 01 de junho de 1996 na Rede Manchete - programa Comando da Madrugada. Ele entrevista os ufólogos Ubirajara Franco Rodrigues e Vitório Pacaccini, dois dos principais investigadores do incidente envolvendo o aparecimento de uma inusitada criatura na cidade do sul de Minas Gerais. Na 1ª parte há ainda os depoimentos das duas irmãs adolescentes (Valquíria Aparecida Silva e Liliane de Fátima Silva) que avistaram o ser em terreno da Rua Benevenuto Braz Vieira - Jardim Andere, juntamente com Kátia Andrade Xavier, na tarde de 20 de janeiro de 1996. A mãe das duas meninas relata que, dias após, recebeu a visita de quatro homens vestidos com ternos pretos, os quais ofereceram alta soma em dinheiro para que as meninas mudassem sua versão dos fatos. Este bloco termina com Goulart entrevistando o médico Adilson Usier, do Hospital Humanitas e Hospital Regional de Varginha.

Parte 1: http://youtu.be/xJ7d0GhLMJ4

Na 2ª parte ele continua a entrevista com os ufólogos investigadores do incidente. Há ainda os depoimentos de Terezinha Gallo Clepf (que também viu um estranho ser três meses após as meninas), Leila Cabral e Marcos de Araújo Carvalho Mina (ambos do zoológico local) e finalmente o casal Eurico e Oralina de Freitas, que avistaram um UFO na madrugada do mesmo dia 20 sobrevoando o pasto de uma fazenda da região.

Parte 2: http://youtu.be/eLXvitn1BZE

Na última parte Andrade continua a entrevistar os ufólogos. O jornalista assiste (em off) o vídeo com os depoimentos de alguns militares que participaram da operação de captura da criatura e ao final entrevista o médico legista Fortunato Badan Palhares, apontado como o autor de suposta autópsia feita no estranho ser nas dependências da Unicamp (SP).

Parte 3, final: http://youtu.be/IA5Fyz-At7U

quinta-feira, 1 de março de 2012

Técnica que confirmou vida na Terra pode valer para outros planetas


 
01/03/2012 - 09h10

Técnica que confirmou vida na Terra pode valer para outros planetas

DE SÃO PAULO
Cientistas usaram um avançado telescópio de 8,2 metros de diâmetro, construído no deserto do Atacama, no Chile, para descobrir que existe vida na Terra.
"Parece a mesma coisa que matar um mosquito com um canhão, mas na verdade se trata de um grande avanço", escreve Christoph Keller, do Observatório de Leiden (Holanda), em artigo na revista científica "Nature".
"É a primeira vez que a vida terrestre foi detectada usando um método que, em princípio, também poderia ser usado para achar vida em planetas fora do Sistema Solar", explica Keller, que comentou a pesquisa liderada por Michael Sterzik, do ESO (Observatório Europeu do Sul, no Chile) na mesma edição da "Nature".
O truque foi observar a luz que a Terra, ao recebê-la do Sol, rebate rumo à Lua. Essa luminosidade, por sua vez, pode ser vista da Terra.
E não apenas vista, mas analisada com precisão pelos astrônomos. O que ocorre é que a luz rebatida pela Terra traz a assinatura de suas características como planeta "vivo". Dá para estimar coisas como a cobertura de nuvens, a quantidade de vegetação na superfície e o tamanho dos oceanos graças aos padrões específicos de propagação da luz terrestre.
A esperança dos cientistas é usar uma nova geração de telescópios espaciais potentes, no futuro, para buscar assinaturas parecidas vindas de planetas distantes.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Nasa descobre buraco negro com ventos de 32 mi km/h


 

Nasa descobre buraco negro com ventos de 32 mi km/h
23 de fevereiro de 2012 09h11

A cerca de 28 mil anos-luz da Terra, encontra-se um dos buracos negros mais assustadores que os astrônomos da Nasa, a agência espacial americana, já descobriram. Ele está no sistema binário IGR J17091 e gera ventos com velocidades de até 32 milhões km/h.
A descoberta significa que os ventos deste buraco negro são quase 10 vezes mais rápidos do que os de qualquer outro buraco negro já encontrado, alcançando 3% da velocidade da luz.
Ao contrário do que se acredita sobre buracos negros, este do sistema IGR J17091 expele muito mais matéria do que absorve. Os cientistas acreditam que campos magnéticos nos discos do buraco negro sejam os responsáveis pela produção dos ventos.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Cientistas da Nasa descobrem planeta composto por água


 

Cientistas da Nasa descobrem planeta composto por água
21 de fevereiro de 2012 21h48 atualizado em 22 de fevereiro de 2012 às 10h45

O planeta é considerado uma super-Terra e orbita ao redor de uma estrela vermelha anã . Foto: AFP O planeta é considerado uma "super-Terra" e orbita ao redor de uma estrela vermelha anã
Foto: AFP
Um grupo de astrônomos descobriu a existência de um novo tipo de planeta, composto em sua maior parte de água e com uma leve atmosfera de vapor, indicaram nesta terça-feira o Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian e a Nasa.
Trata-se de um planeta fora de nosso sistema solar denominado "GJ1214b", cujos registros foram observados em 2009 graças ao telescópio espacial Hubble da Nasa, e que, segundo recentes estudos de um grupo de astrônomos, tem "uma enorme fração de sua massa" composta de água.
Em nosso sistema solar existem três tipos de planetas: rochosos e terrestres (Mercúrio, Vênus, a Terra e Marte), gigantes gasosos (Júpiter e Saturno) e gigantes de gelo (Urano e Netuno). Por outro lado, existem planetas variados que orbitam em torno de estrelas distantes, entre os quais há mundos de lava e "Júpiteres" quentes.
"Observações do telescópio espacial Hubble da Nasa acrescentaram este novo tipo de planeta", ressaltaram o Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian e a Nasa em seu comunicado, onde explicam os estudos realizados pelo astrônomo Zachory Berta e por um grupo de colegas.
O "GJ1214b", situado a 40 anos luz da Terra, é considerado uma "super-Terra", com 2,7 vezes o comprimento de nosso planeta e sete vezes sua massa. Ele orbita a cada 38 horas ao redor de uma estrela vermelha anã e possui temperatura estimada de 450 graus Fahrenheit (232 graus Celsius).
Em 2010, um grupo de cientistas liderado por Jacob Bean havia indicado que a atmosfera de "GJ1214b" deveria ser composta em sua maior parte por água, depois de medir sua temperatura. No entanto, suas observações também podem ter sido feitas em razão da presença de uma nuvem que envolve totalmente o planeta.
As medições e observações efetuadas por Berta e por seus colegas quando o "GJ1214b" passava diante de seu sol permitiram comprovar que a luz da estrela era filtrada através da atmosfera do planeta, exibindo um conjunto de gases.
O equipamento do Hubble permitiu distinguir uma atmosfera de vapor e os astrônomos conseguiram calcular depois a densidade do planeta a partir de sua massa e tamanho, comprovando que tem "muito mais água do que a Terra e muito menos rocha".

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Nibiru ou Planeta X

Nibiru ou Planeta X


Como já foi falado aqui no blog, Nibiru é um planeta que os Sumérios acreditavam que existe, posteriormente outras civilizações, inclusive a Egípcia também confirmou essa existência. Segundo esses povos antigos, a órbita deste planeta é elíptica e extremamente alongada. Segundo registros cuneiformes sumérios, Nibiru há milhares de anos orbita no nosso sistema solar, porém tem um padrão de órbita tão diferente dos outros planetas do nosso sistema, que ainda não o achamos. Até aí parece conto de carochinha, mas tem um detalhe: se os sumérios acertaram cálculos gigantes sobre a distância de cada planeta, as suas órbitas e até a composição destes corpos celestes, por que eles iriam errar sobre a existência desse tal Planeta Nibiru?

Os sumérios descreviam nosso sistema solar como um conjunto de 12 corpos celestes significativos – Sol, Mercúrio, Vênus, Lua, Terra, Marte, Júpter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão. Na linguagem zodiacal, estes astros são todos chamados "planetas", embora, entre eles, os antigos incluíssem a Lua e o Sol. Isso significa que os mesopotâmios, não somente possuíam um inexplicável conhecimento astronômico; eles também afirmavam a existência de planetas que somente a ciência contemporânea pôde reconhecer muito recentemente - Urano, Netuno e Plutão só foram “descobertos” em 1781, 1846 e 1930 respectivamente. Até hoje Nibiru é o 12º planeta desconhecido, porém procurado. Ora, se os Sumérios, há 6 mil anos, estavam corretos em relação aos nove planetas reconhecidos hoje porque não poderiam estar, igualmente corretos, em relação a Nibiru? FONTE


Completando a estranheza, os Sumérios também chamavam Nibiru de “Planeta Vermelho” ou “Planeta da Passagem” e o desenhavam como uma bola vermelha de asas. Curiosamente os Egípcios muito tempo depois faziam o mesmo desenho. Segundo o estudioso Zecharia Sitchin, Nibiru tem uma órbita de 3.600 anos, ou seja, a Terra leva 1 ano para fazer o contorno ao Sol, enquanto Nibiru por causa da sua órbita gigantesca, demoraria 3.600 anos para completar sua órbita.

Bem, até aí você teve argumentos para pelo menos pensar na possível existência desse planeta, agora vem a parte curiosa: Segundo os Sumérios, está nas mãos de Nibiru o destino do nosso planeta. A cada 3.600 anos Nibiru passa próximo a Terra e ocasiona catástrofes no nosso planeta. Da última vez que ele passou, causou o dilúvio, e sua aproximação é a causa das mudanças climáticas da atualidade. E dia 21 de Dezembro de 2012 fecha-se mais um ciclo, ou seja, Nibiru completa sua órbita. Além de que nesse dia haverá um alinhamento de todos os planetas, inclusive nosso querido planeta vermelho alado. Porém isso não é tudo, os Sumérios ainda diziam que Nibiru era habitado por um povo extremamente mais avançado que nós e que “deram um empurrãozinho” para nossa evolução. Calma, não pasmem, posteriormente teremos um post para os tais habitantes de Nibiru, os Anunnakis.

E mais, segundo os Sumérios, Nibiru é habitado. Eles diziam que os deuses moravam lá e vinham para terra quando o planeta se aproximava. Os chamavam de Anunnaki, que significa "aqueles que do céu a terra vieram". Eles teriam criado o homem como o conhecemos hoje (homo-sapiens), e acham que a Terra e nós mesmos são sua propriedade. Então, se Nibiru aparecer, além de problemas de ordem física em nosso planeta, muito provavelmente teremos que lidar com alguns visitantes que talvez se mostrem muito indesejados. FONTE


Os arqueólogos dizem que este símbolo representa o Sol. Mas talvez essa não seja bem a verdade. Os egípcios deviam conhecer Nibiru, assim como os sumérios, pois seu império durou milênios. Tempo suficiente para poder testemunhar pelo menos uma das passagens deste planeta por aqui. FONTE
Alguns acham que o tal globo alado egípcio se refere a uma estrela, mas como o próprio Zecharia Sitchin afirma, quando Nibiru atravessar nosso Sistema, nós da Terra veremos um “Segundo Sol” no céu com tom avermelhado. É válido citar aqui o Nando Reis, e perguntar: seria ele um profeta?!

Segundo Sol – Nando Reis

Quando o segundo sol chegar
Para realinhar as órbitas dos planetas
Derrubando com assombro o exemplar
O que os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa...
Não digo que não me surpreendi
Antes que eu visse, você disse
E eu não pude acreditar
Mas você pode ter certeza
De que seu telefone irá tocar
Em sua nova casa
Que abriga agora a trilha
Incluída nessa minha conversão
Eu só queria te contar
Que eu fui lá fora
E vi dois sóis num dia
E a vida que ardia
Sem explicação...


O que devemos refletir é se realmente Nibiru existe. Alguns chegam até a dizer que a Nasa o chama de Planeta X e que ela tem fotografado um “dócil corpo celeste” que misteriosamente está se aproximando ao nosso Sistema Solar e, detalhe, este planeta é vermelho. Outros dizem que este planeta já é visto da Terra, mas em alguns lugares específicos e não de forma muito clara – AINDA. Nesse site AQUI você encontra fotos de diversas partes do mundo do tal “planeta da passagem”.



 
Acreditando ou não, é sempre bom saber! 
Aguardem o próximo post sobre os Anunnakis, os moradores do Planeta Nibiru.


Aldrêycka Albuquerque