quarta-feira, 21 de março de 2012

Aquecimento global: o nível dos mares pode subir até 20 metros no futuro

Aquecimento global: o nível dos mares pode subir até 20 metros no futuro

Derretimento parcial da Antártida e Groenlândia deverá afetar 70% da população mundial.
Por Maria Luciana Rincon Y Tamanini em 21 de Março de 2012
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikipedia)
Um grupo de geólogos da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, liderados pelo professor Kenneth G. Miller, apresentou um estudo no qual afirmam que o nível dos oceanos poderá subir até 20 metros, mesmo que a humanidade consiga limitar o aquecimento global em 2º C.
Depois de avaliar amostras de solo do Estado da Virgínia, do atol de Enewetak no Pacífico e da Nova Zelândia, eles compararam os dados com informações de uma época geológica conhecida como Plioceno, compreendida entre 2,7 e 3,2 milhões de anos atrás. Durante esse período, a Terra apresentava os mesmos níveis de dióxido de carbono na atmosfera que os atuais, e a temperatura se encontrava 2º C acima da nossa.

Maré alta

Os pesquisadores concluíram que o volume de água liberado seria equivalente ao derretimento de toda a Groenlândia e dos lençóis de gelo da porção oeste da Antártida, assim como da margem dos lençóis da porção leste também. Tal aumento nos níveis dos oceanos poderia alagar as regiões costeiras de todo o planeta, afetando 70% da população mundial.
O estudo destaca a fragilidade dos grandes lençóis de gelo do planeta com relação às mudanças climáticas, sugerindo que até mesmo aumentos modestos de temperatura podem resultar em uma grande elevação dos níveis oceânicos.
Contudo, Miller afirma que você não precisa vender a sua casa de praia ainda, pois todo o processo de derretimento deve demorar entre alguns séculos e milhares de anos para acontecer. A estimativa para a elevação global durante o século 21, devido ao aquecimento dos oceanos e degelo de alguns glaciares e parte da Groenlândia e Antártida, está entre 0,8 e 1 metro.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/21009-aquecimento-global-o-nivel-dos-mares-pode-subir-ate-20-metros-no-futuro.htm#ixzz1pm9nC81Z

quarta-feira, 7 de março de 2012

Viajar mais rápido que a luz nos transformaria em poeira espacial


Viajar mais rápido que a luz nos transformaria em poeira espacial

Estudo mostra que a desaceleração da nave nos faria explodir junto com uma grande concentração de energia.
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Por Lucas Karasinski em 6 de Março de 2012
Desde que surgiram os livros, filmes e seriados de ficção científica sempre abordaram as mais diferentes maneiras de se alcançar outras galáxias de forma rápida e eficiente.
E entre um sucesso e outro, as tecnologias de "Warp drive", que permitiriam aos viajantes ultrapassarem a velocidade da luz, sempre apareceu como a ferramenta ideal para que os aventureiros chegassem em outros planetas. Os fãs de Star Trek que o digam.
Entretanto, apesar de tudo isso figurar muito mais na ficção do que na realidade, há também algumas teorias que tratam o assunto com bastante seriedade. A chamada “Alcubierre warp drive”, proposta pelo físico-teórico mexicano Miguel Alcubierre, em 1994, tenta tornar a ideia um pouco mais plausível.
Segundo o estudo do físico, a nave viajaria envolvida por uma espécie de bolha de energia negativa que faria com que universo passasse a ter o seu “tecido” transformado, com o espaço à frente da nave se contraindo e o que está atrás se expandindo.
Isso acabaria gerando um tipo de onda que carregaria tudo em uma velocidade sem limites, passando, inclusive, a chamada velocidade da luz. Você viajaria praticamente surfando pelo espaço para ir de um planeta ao outro.
Além disso, segundo Alcubierre, quando a nave viaja em uma velocidade de dobra está sempre em queda livre, seja acelerando ou desacelerando, o que faria com que os seus tripulantes não sentissem os efeitos da viagem.
Porém, um estudo realizado pela Universidade de Sidney, na Austrália, mostra que provavelmente o veículo espacial e todos os seus ocupantes seriam totalmente desintegrados e não sobraria ninguém para contar a história. 
Os pesquisadores realizaram contas matemáticas (extremamente avançadas), levando em conta todos os tipos de partículas cósmicas que seriam encontradas pelo caminho desta nave em seu trajeto. Isso porque o espaço não é apenas um grande e infinito vazio – mas sim, um lugar cheio de partículas que têm (ou não!) massa.
Ao que tudo indica, não é possível viajar como em Star Trek  (Fonte da imagem: Reprodução/Paramount Pictures)
Assim, os cálculos dos cientistas descobriram que toda essa “sujeira”, se é que podemos falar assim, seria varrida junto durante a viagem, com tudo sendo arrastado atrás da bolha ou, até mesmo, penetrando dentro dela.
Dessa forma, quando a nave espacial começasse o seu trabalho de desaceleração para parar no destino desejado, todas estas partículas reunidas seriam liberadas na forma de grandes explosões energéticas que, por sua vez, seriam suficientes para desaparecer com tudo o que estivesse por perto – inclusive destruindo o destino da espaçonave.
E isso aconteceria independentemente de para onde você desejasse ir ou quão longe o planeta a ser visitado se encontrasse. Isso porque, quanto mais longa fosse a viagem, maior também seria a quantidade de energia concentrada.
Porém, isso não significa que passeios mais curtos tornariam a utilização da teoria possível, já que apenas uma voltinha pela nossa galáxia já contaria com força destrutiva suficiente para sumir com a nave e todos os seus tripulantes. 

segunda-feira, 5 de março de 2012

Astrônomo amador tira foto de Júpiter e duas de suas luas; veja

05/03/2012 - 11h37

Astrônomo amador tira foto de Júpiter e duas de suas luas; veja

DE SÃO PAULO
A foto tirada de Júpiter por um astrônomo amador, Damian Peach, está na homepage da Nasa (agência espacial americana) desta segunda-feira (5).
A imagem mostra o planeta em detalhes, em clique produzido em 12 de setembro de 2010, na companhia de duas de suas luas --Io (embaixo, à esquerda na foto) e Ganímedes (em cima).
O trabalho de amadores como Peach será usado na missão da sona Juno, que partiu da Terra em agosto de 2011 e cuja previsão de chegada é em julho de 2016.
As observações feitas por amadores ajudarão a equipe da Nasa a estimar quais serão os primeiros enquadramentos do planeta cujo diâmetro é 11 vezes maior do que o planeta no qual vivemos.
A Juno também coletará informações sobre o campo magnético e a composição de Júpiter, além de medir a quantidade de água e amônia na atmosfera.

Damian Peach/Nasa
Imagem de Júpiter e suas luas Io (esq.) e Ganímedes (dir.) tirada por um telescópio de um astrônomo amador
Imagem de Júpiter e suas luas Io (esq.) e Ganímedes (dir.) tirada por um telescópio de um astrônomo amador

160 bilhões de mundos alienígenas na Via Láctea, demonstra estudo científico

06.02.12 | Atualizado 06.02.12 - 17h17 | Por Revista Galileu

160 bilhões de mundos alienígenas na Via Láctea, demonstra estudo científico

Mais planetas do que estrelas?

Categoria: ASTROFÍSICA | ASTRONOMIA | EXOBIOLOGIA | PESQUISA
Uma pesquisa feita por astrônomos do Instituto de Astrofísica de Paris mostra que, em média, cada estrela da Via Láctea é orbitada por 1,6 planetas. Em outras palavras, existem cerca de 160 bilhões de exoplanetas (que ficam fora do Sistema Solar) em nossa galáxia. Este número é uma estimativa gerada por computador já que, oficialmente, conhecemos apenas cerca de 700 planetas alienígenas. Outro dado mostrado pela pesquisa é que a maioria desses astros ainda desconhecidos deve ter uma estrutura pequena e rochosa – muito parecida com a da Terra, com chances de abrigar vida.

Segundo um dos autores da pesquisa, Arnaud Cassan, estrelas cercadas por um ou mais orbes são a regra e não a exceção. "Ou seja, quando olhar para as estrelas, imagine milhões e milhões de mundos escondidos entre elas", concluiu Cassan.

Mas, falando em exceções, enquanto há vários planetas orbitando a mesma estrela, recentemente foram descobertos alguns que orbitam dois sóis ao mesmo tempo. O primeiro, Kepler-16b, foi logo chamado de Tatooine em referência ao planeta desértico onde Anakin Skywalker nasceu, que é iluminado por duas estrelas (da saga Star Wars). Desde então mais dois sistemas circumbinários, como acabaram batizados esses conjuntos, foram encontrados. 
crédito: JPL Caltech/R.Hurt/SSC/NASA
Sistema Kepler 16
Ilustração do sistema Kepler-16, mostrando a estrela binária sendo orbitada por Kepler-16b


Técnica inovadora auxilia a desvendar vida extraterrestre ao olhar para a Lua

01.03.12 | Atualizado 01.03.12 - 12h45 | Por EFE/G1

Técnica inovadora auxilia a desvendar vida extraterrestre ao olhar para a Lua

Método permite ver a Terra como se fosse planeta fora do Sistema Solar

Categoria: ASTROFÍSICA | ASTRONOMIA | EXOBIOLOGIA | TECNOLOGIA E CIÊNCIA
crédito: ESO/L. Calçada
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A luz refletida é também fortemente polarizada, e estudar a polarização, bem como a intensidade em cores diferentes, permite testes muito mais sensíveis para a presença de vida alienígena em outros mundos
SAIBA MAIS
Encontrado 'planeta água', uma nova classe de mundos Seria possível um oásis de vida sob o deserto de Marte? Fotos coloridas recentes mostram a sonda Spirit em solo marciano
Uma equipe internacional de astrônomos desenvolveu uma nova técnica para determinar indícios de vida em outros planetas por meio da qual analisa a luz terrestre refletida na Lua, o que poderia superar dificuldades de métodos convencionais. Os resultados do teste foram publicados na revista científica Nature. O método estudou a Terra como se ela estivesse fora do Sistema Solar. A observação foi feita por meio do reflexo que o planeta projeta sobre seu satélite natural.

A equipe observou o fenômeno com o telescópio de longo alcance Very Large Telescope (VLT), situado no deserto do Atacama, Chile. O sol brilha sobre a Terra e sua luz se reflete por sua vez sobre a superfície lunar. "Isso faz o satélite atuar como se fosse um grande espelho, que devolve a luz de volta para a Terra", segundo explicou Michael Sterzik, pesquisador do Observatório Europeu Austral (ESO) e principal autor do estudo.

Os investigadores procuraram indicadores, como por exemplo certas combinações de gases na atmosfera terrestre, que são considerados indícios de vida orgânica, como a presença simultânea de metano, vapor de água e oxigênio. Ao contrário de pesquisas anteriores, a nova técnica explora a polarização. Quando a luz se polariza seus campos magnético e elétrico têm uma orientação determinada (as ondas vibram numa direção concreta).

"Precisamente, o que os investigadores mediram neste trabalho é como luz se polariza dependendo da superfície sobre a qual se reflete", explicou Enric Pallés, do Instituto de Astrofísica das Canárias (IAC), que também faz parte do estudo. O gelo, as nuvens, a terra ou os oceanos podem fazer a superfície se polarizar em graus e cores determinadas. O grupo analisou a luz que refletia a Terra sobre a Lua como se fosse a primeira vez que vissem o planeta e essa luz indicou que a atmosfera terrestre é parcialmente nublada, que parte de sua superfície está coberta por oceanos e outro "dado crucial": existe vegetação.

Os cientistas puderam inclusive detectar mudanças que se produzem na cobertura das nuvens da Terra e na quantidade de vegetação em diferentes partes do planeta (tudo isso com o reflexo sobre a Lua). Esta nova forma de buscar vida extraterrestre busca superar métodos convencionais: a luz de um planeta distante é muito difícil de se analisar porque é eclipsada pelo brilho da estrela que o ilumina. 
crédito: ESO/B. Tafreshi/TWAN
Lua na região do VLT, no Chile, refletindo parte da luz que a Terra recebe do Sol. Para acessar a imagem em maior resolução, clique aqui.
Lua na região do VLT, no Chile, refletindo parte da luz que a Terra recebe do Sol. Para acessar a imagem em maior resolução, clique aqui.
 Para Stefano Bagnulo, pesquisador do Observatório de Armagh, no Reino Unido, a tentativa "é comparável a observar um grão de pó junto a uma lâmpada potente". No entanto, o reflexo do planeta sobre seu satélite está orientado numa direção, o que permite sua análise de forma simples mediante técnicas que separam a luz polarizada da não polarizada.

Na sede do Observatório Austral Europeu em Garching, na Alemanha, analistas disseram que a descoberta pode contribuir para futuros descobrimentos em outros lugares do universo. "Se existe vida fora do Sistema Solar, encontrá-la depende exclusivamente da existência de técnicas adequadas", disse Pallés. Ele afirma que daqui a 10 ou 12 anos o metódo poderia ser utilizado em telescópios.

A equipe do IAC admitiu que este novo método "não revelará dados sobre homenzinhos verdes ou vida inteligente, mas sua aplicação nas novas gerações de telescópios mais potentes poderia facilmente brindar a humanidade com a notícia de que há vida além de seu mundo"

Sozinhos no universo? Pesquisadores afirmam que não

Diariamente, dezenas de vídeos sobre UFOs são postados dos mais variados pontos do mundo. Porém, são poucos os que têm alguma credibilidade ou validade científica

Categoria: CASUÍSTICA | FILMES E FOTOS | SEGREDOS GOVERNAMENTAIS | SEGREDOS UFOLÓGICOS Você, provavelmente, já observou ou deve conhecer alguém que visualizou algum objeto estranho no céu e se perguntou: será uma nave alienígena? Casos misteriosos e mal explicados de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) surgem quase todos os dias. Os últimos anos, em especial, têm registrado um aumento na quantidade de ocorrências em todo o mundo, devido ao avanço da Internet e a difusão de câmeras em celulares. O crescimento no número de casos fez surgir várias correntes virtuais que relacionam o fato com a mística profecia maia do fim do mundo. Muitos alegam que os povos maias receberam visitas de extraterrestres que previram algo extraordinário para o dia 21 de dezembro de 2012, data considerada "o dia do apocalipse".

Mas, deixando a mística de lado, vamos relembrar três casos famosos de queda de UFOs e ouvir a opinião de especialistas para saber se é possível, ou não, que os humanos tenham feito contatos e utilizado a tecnologia alienígena a seu favor.

O caso mais conhecido do mundo, com certeza, ocorreu em julho de 1947, em Roswell, no estado do Novo México, nos Estados Unidos. Naquela ocasião, um fazendeiro afirmou ter encontrado restos de um disco voador acidentado. Os destroços teriam sido recolhidos pelo exército norte-americano. A história, porém, foi desmentida pelas autoridades, assim como imagens de um vídeo que mostrava uma suposta autópsia em um alienígena, divulgadas em 1995.

Relatos de quedas de aeronaves alienígenas também aconteceram no Brasil. A principal delas ocorreu em 20 de janeiro de 1996, na cidade de Varginha, no Estado de Minas Gerais. Autoridades brasileiras teriam capturado uma aeronave de tecnologia alienígena. Uma criatura extraterrestre também teria sido avistada por três mulheres na cidade. O extraterrestre teria a pele marrom, olhos vermelhos e três chifres na cabeça. Os fatos, no entanto, não tiveram prova física e também foram negados pelo governo.

Outro caso que ganhou bastante repercussão ocorreu em 1969, na antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), hoje Rússia. Um objeto redondo e com sinais incompreensíveis em sua lataria teria sofrido uma queda na região de Sverdlovsk. O resgate teria sido filmado por membros da KGB (exército secreto soviético). As imagens teriam sido obtidas no mercado negro e divulgadas pela imprensa. O episódio, no entanto, foi classificado de "insustentável" e desmentido pelas autoridades. 
crédito: RoswellDailyRecord
O Roswell Daily de 08 de julho de 1947, confirmando a queda de UFO na cidade. Logo após, tudo seria veementemente negado
O Roswell Daily de 08 de julho de 1947, confirmando a queda de UFO na cidade. Logo após, tudo seria veementemente negado
 Mas seria mesmo possível que um fato tão extraordinário quanto a queda de um disco voador pudesse ser desmentido, ou simplesmente descartado por falta de provas?

O ufólogo e editor da Revista UFO, Ademar José Gevaerd, afirma não ter dúvidas de que discos voadores já foram capturados por governos. "Retiraria apenas Sverdlovsk da lista, por falta de dados mais concretos. Há dezenas de casos em todo o mundo, muitos dos quais bem investigados e documentados, que nos permitem afirmar a queda de artefatos de produção extraterrestre em nosso planeta, nos mais variados países. Inclusive, os Estados Unidos têm se beneficiado da tecnologia extraída dos restos desses aparelhos. O Brasil foi contemplado com vários casos de quedas, sendo o de Varginha o mais notório deles, obviamente. Apesar de uma infundada campanha midiática contrária, o fato comprovado é que um objeto voador não identificado de origem não terrestre caiu naquela cidade mineira, e o que sobrou dele foi coletado pelos militares, assim como seus tripulantes – pelo menos dois – foram capturados já quase sem vida".

Existe vida fora da Terra? Uma pergunta filosófica

Se os alienígenas já são capazes de vir até para a Terra, por que os humanos ainda sequer conseguiram comprovar a existência de vida fora do nosso planeta? Com certeza é uma pergunta que muitos fazem. O primeiro astronauta brasileiro a viajar pelo espaço, Marcos César Pontes [que também é consultor da referida publicação], afirmou acreditar em vida alienígena. "Bem, no campo de pesquisa que temos atuado até o momento, que se trata do nosso Sistema Solar, ainda não encontramos nada. Agora, é certo que a ciência ainda conhece muito pouco do espaço. O fato de não termos encontrado nada até agora, seja vida bacteriana ou inteligente, não significa que não possa existir vida em outros locais. Existem muitos planetas e sistemas no universo que ainda não conhecemos. Particularmente, acredito que a probabilidade é bem grande".

Pontes ressaltou um ponto interessante, que é a questão da busca por vida. Apesar de as análises pelo Sistema Solar não terem dado resultado até o momento, a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) e a Agência Espacial Europeia (ESA) têm focado a atenção em Marte. No ano passado, ficou comprovada a existência de água no planeta vermelho. Existem em andamento projetos para que o homem possa viajar até Marte, justamente nos locais onde se localiza a água, para que a busca por vida seja feita. Contudo, os projetos enfrentam alguns problemas por causa da dificuldade econômica que o mundo tem enfrentado. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez corte atrás de corte no programa espacial americano, o que torna praticamente impossível estabelecer um prazo para que essa viagem se concretize. 
crédito: Universidade do Arizona/NASA
E existência de água em forma líquida já foi confirmada, assinalando uma nova e definitiva etapa na busca por vida extraterrestre
E existência de água em forma líquida já foi confirmada, assinalando uma nova e definitiva etapa na busca por vida extraterrestre
 Enquanto não surgem provas concretas da existência de vida alienígena ou até mesmo de discos voadores em nosso planeta, a mística dos assuntos extraterrestres deve continuar a fomentar a mente das pessoas. E um canal bastante utilizado para isso é o YouTube, de compartilhamento de vídeos. Diariamente, dezenas de vídeos sobre o assunto são postados dos mais variados pontos do mundo. Porém, são poucos os que têm alguma credibilidade ou validade científica. Muitos se tratam de simples "fenômenos meteorológicos", montagens ou confusão com balões e aviões.

Gevaerd comenta o crescente número de vídeos e as facilidades das novas tecnologias. "Creio ser uma soma de fatores, entre os quais, predominantemente, a popularização da Internet e das câmeras digitais, filmadoras ou câmeras, e aqui incluo os celulares. Os casos podem também estar aumentando em número, mas não temos como aferir, porque não há bancos de dados consistentes e globais que nos permitam garantir isso. Também creio que ao longo dos anos o YouTube se transformou, infelizmente, no repositório de todo o tipo de filmagens trucadas de UFOs, ou seja, produzidas com recursos de computação gráfica. Mais triste ainda é ver que a maioria dos usuários do serviço não tem o menor conhecimento técnico para discernir os vídeos verdadeiros [sim, também há muitos deles no site] dos falsos, e tem uma estranha compulsão para encaminhar imagens de qualquer natureza aos seus contatos, aumentando assim a disseminação de falsos vídeos".

Mas, se um dia o "até agora não comprovado" se tornar real, ou seja, um UFO cair na Terra numa região populosa, de modo que as autoridades não tivessem como esconder. Qual seria a reação da população? Gevaerd comenta. "É difícil prever, e isso variaria muito conforme a densidade demográfica da região povoada e de onde ela se localizasse [em que país, mais ou menos adiantado], mas creio que em maior ou menor grau, se um caso desses ocorresse em uma região qualquer do Brasil, e isso fosse observado pela população, às claras, haveria sim certo agito e preocupação, que poderia levar a uma atitude extremada. Mas isso ocorreria em qualquer caso, como com a queda de um avião na mesma localidade, por exemplo."
 
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Varginha

O jornalista Goulart de Andrade em uma extensa e profunda reportagem sobre o Caso Varginha, exibida em 01 de junho de 1996 na Rede Manchete - programa Comando da Madrugada. Ele entrevista os ufólogos Ubirajara Franco Rodrigues e Vitório Pacaccini, dois dos principais investigadores do incidente envolvendo o aparecimento de uma inusitada criatura na cidade do sul de Minas Gerais. Na 1ª parte há ainda os depoimentos das duas irmãs adolescentes (Valquíria Aparecida Silva e Liliane de Fátima Silva) que avistaram o ser em terreno da Rua Benevenuto Braz Vieira - Jardim Andere, juntamente com Kátia Andrade Xavier, na tarde de 20 de janeiro de 1996. A mãe das duas meninas relata que, dias após, recebeu a visita de quatro homens vestidos com ternos pretos, os quais ofereceram alta soma em dinheiro para que as meninas mudassem sua versão dos fatos. Este bloco termina com Goulart entrevistando o médico Adilson Usier, do Hospital Humanitas e Hospital Regional de Varginha.

Parte 1: http://youtu.be/xJ7d0GhLMJ4

Na 2ª parte ele continua a entrevista com os ufólogos investigadores do incidente. Há ainda os depoimentos de Terezinha Gallo Clepf (que também viu um estranho ser três meses após as meninas), Leila Cabral e Marcos de Araújo Carvalho Mina (ambos do zoológico local) e finalmente o casal Eurico e Oralina de Freitas, que avistaram um UFO na madrugada do mesmo dia 20 sobrevoando o pasto de uma fazenda da região.

Parte 2: http://youtu.be/eLXvitn1BZE

Na última parte Andrade continua a entrevistar os ufólogos. O jornalista assiste (em off) o vídeo com os depoimentos de alguns militares que participaram da operação de captura da criatura e ao final entrevista o médico legista Fortunato Badan Palhares, apontado como o autor de suposta autópsia feita no estranho ser nas dependências da Unicamp (SP).

Parte 3, final: http://youtu.be/IA5Fyz-At7U

quinta-feira, 1 de março de 2012

Técnica que confirmou vida na Terra pode valer para outros planetas


 
01/03/2012 - 09h10

Técnica que confirmou vida na Terra pode valer para outros planetas

DE SÃO PAULO
Cientistas usaram um avançado telescópio de 8,2 metros de diâmetro, construído no deserto do Atacama, no Chile, para descobrir que existe vida na Terra.
"Parece a mesma coisa que matar um mosquito com um canhão, mas na verdade se trata de um grande avanço", escreve Christoph Keller, do Observatório de Leiden (Holanda), em artigo na revista científica "Nature".
"É a primeira vez que a vida terrestre foi detectada usando um método que, em princípio, também poderia ser usado para achar vida em planetas fora do Sistema Solar", explica Keller, que comentou a pesquisa liderada por Michael Sterzik, do ESO (Observatório Europeu do Sul, no Chile) na mesma edição da "Nature".
O truque foi observar a luz que a Terra, ao recebê-la do Sol, rebate rumo à Lua. Essa luminosidade, por sua vez, pode ser vista da Terra.
E não apenas vista, mas analisada com precisão pelos astrônomos. O que ocorre é que a luz rebatida pela Terra traz a assinatura de suas características como planeta "vivo". Dá para estimar coisas como a cobertura de nuvens, a quantidade de vegetação na superfície e o tamanho dos oceanos graças aos padrões específicos de propagação da luz terrestre.
A esperança dos cientistas é usar uma nova geração de telescópios espaciais potentes, no futuro, para buscar assinaturas parecidas vindas de planetas distantes.